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Como a gestão de tesouraria pode melhorar o negócio das empresas

As empresas terão que fazer evoluir o seu processo de gestão de numerário. Pedro Mourato Gordo, CEO da Zarph, explica porquê.

As empresas terão que fazer evoluir o seu processo de gestão de numerário.
Pedro Mourato Gordo, CEO da Zarph, explica porquê.

Hoje, mais do que nunca, as empresas têm uma preocupação acrescida relativamente à eficiência dos seus processos, que é, na verdade, uma componente vital para a sua competitividade.

A eficiência do processo de gestão de numerário começa agora a entrar no radar das grandes empresas nacionais, sendo que até há bem pouco tempo o numerário, a par dos cheques, dominava os meios de pagamento de bens ou serviços. Acontece que, nas últimas décadas, temos assistido ao aparecimento de novos meios de pagamento, como os cartões bancários, os pagamentos online e mais recentemente a moeda electrónica, o chamado bitcoin.

Se, no caso dos meios de pagamento por cartão ou Internet, é relativamente fácil para as empresas conhecerem o custo de disponibilização desses meios, já no caso do numerário o custo da disponibilização não só é vista como uma questão a melhorar como é relativamente mais difícil de valorizar.

Este torna-se, à partida, o maior obstáculo, uma vez que os gestores se sentem ameaçados pelo processo implementado, preferindo mantê-lo ao invés de analisar e identificar áreas de melhoria que conduzam a um aumento de eficiência, com a consequente redução de custos.

Se observarmos a questão com algum detalhe, concluímos que a grande maioria das empresas não identifica como áreas de melhoria o tempo que os seus colaboradores consomem diariamente a fazer a contagem do dinheiro, a reportar essa mesma contagem, a guardar o dinheiro, a dar conta de possíveis erros de contagem, a resolver esses erros de caixa e, posteriormente, a colocar toda esta informação no sistema informático da empresa. Ainda assim, podemos dizer que, em média, cada colaborador gasta cerca de uma hora diária a gerir o dinheiro que entra em caixa, o que representa 12,5% do dia de trabalho.

Existe, no entanto, uma percentagem significativa de empresas que já reconhece que o aumento da eficiência na gestão deste processo pode trazer ganhos, mas ainda tem dificuldades em avaliar o custo vs. benefício da implementação de soluções de gestão de tesouraria.

Hoje, é possível ligar em tempo real equipamentos de depósito de numerário e cheques, através de uma plataforma Web, a todos os intervenientes do processo de gestão de numerário: empresa, banco e empresa de transporte de valores.

A empresa pode ter os colaboradores a fazer o depósito e a receber informação via e-mail sobre o mesmo, permitindo eliminar os erros de contagem, bem como automatizar a contagem final de turno e a colocação desta informação de forma automática no sistema de informação da empresa. Neste caso, o departamento de tesouraria da empresa tem, em tempo real, informação sobre o numerário que recebe, podendo fazer opções de uso do seu numerário.

Por sua vez, o banco pode creditar a conta do seu cliente com o montante que já foi depositado e a empresa de transporte de valores recebe informação para recolher o numerário sempre que se atinja o montante definido, otimizando assim o número de recolhas.

Como forma de aumentar a sua competitividade, reduzir os seus custos operacionais e colocar os seus recursos humanos em funções de maior valor acrescentado, as empresas terão que fazer evoluir o seu processo de gestão de numerário.

Publicado originalmente na Computerworld.

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